David nasceu em 1801 na Carolina do Norte. Seu pai operava a balsa e também serviu como uma cavalaria oficial. O nome de David era James. Após a morte de sua mãe, ele concordou em ser adotado em 1808 por David Porter , um oficial da Marinha, cujo o pai tinha sido amigo de seu pai. Em 1812 James adotou o nome David em honra de seu pai adotivo, com quem ele foi para o mar no final de 1810.
Ao completar doze anos, David assumiu o comando de um navio que fora capturado em batalha e foi enviado com uma tripulação para levar o barco e os marinheiros de volta aos Estados Unidos. Durante o trajeto, o capitão britânico capturado questionou o fato de receber ordens de um garoto de doze anos e anunciou que desceria ao porão para pegar suas armas (por respeito à sua posição hierárquica, ele tinha esse direito). Na mesma hora, David o avisou que caso colocasse os pés no convés com suas armas, ele seria morto e atirado ao mar. O capitão decidiu continuar no porão.
O nome completo desse garoto era David Farragut, primeiro almirante da marinha dos Estados Unidos e herói durante a Guerra Civil. Sua coragem diante do intenso fogo inimigo na batalha de “Móbile Bay” lhe proporcionou fama duradoura – mas aquele não foi, de maneira alguma, seu primeiro ato de bravura. Ele foi preparado para aquele momento desde os dias da infância como cadete no navio “Essex”.
A história de David, como a história de George (veja o texto “Seu futuro Reflete o seu Presente I) nos mostra que devemos estar preparados para todas as coisas. Eles não foram adolescente brilhantes no que fizeram simplesmente porque o destino lhes delegou essa fama, mas eles estavam preparados para fazer a diferença. Eles podiam ter decidido viver como simples garotos que gostavam de “farrear”, mas em seus corações queimava algo que dizia, “Se preparem, vocês farão coisas grandes”.
É difícil entendermos que Deus tem algo maior para nós. É complicado saber que podemos ser usados grandemente em nossa geração. Abençoando vida de pessoas, atravessando costumes e religiões, vivendo uma vida de santidade, cuidando de idosos, órfãos e viúvas, levando a salvação e libertação aqueles que precisam. Nós temos um chamado para tudo isso. Temos um chamado para sermos o “Fator Mudança” desta geração, mas para que isso se concretize temos que estar preparados.
[Continua no próximo texto]

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